Um grupo de ingleses escolheu Curitiba para fazer um trabalho voluntário com a intenção de deixar um legado no país, depois da Copa do Mundo.
A aula de inglês, em uma escola pública de Curitiba, é com professores que acabaram de chegar da Inglaterra. Eles vieram trabalhar como voluntários no país da Copa do Mundo. Michael conta que uniu a paixão pelo futebol com a vontade de conhecer pessoas novas e decidiu ensinar crianças carentes no Brasil.
“É legal ouvir eles, por causa que daí a gente vai até, enquanto eles falam a gente vai aprendendo palavras diferentes, daí a gente vai guardando na cabeça e a gente aprende”, diz Ana Vitória dos Santos, nove anos de idade.
Dez professores dão aulas de inglês, de graça, para mil alunos
São dez professores para dar aulas de inglês, de graça, para mil alunos, de cinco escolas municipais de Curitiba. Eles são de uma ONG, de Newcastle, norte da Inglaterra, que tem levado voluntários para países que sediam grandes eventos esportivos. Na Copa de 2010, 150 jovens ingleses construíram prédios para sete escolas em cidades pobres da África do Sul.
Grupo escolheu Curitiba pela organização da cidade e por causa do clima No Brasil, escolheram Curitiba pela organização da cidade e por causa do clima, parecido com o friozinho inglês. Para arrecadar dinheiro para as viagens, a ONG promoveu eventos em escolas primárias da Inglaterra, e entre os torcedores do Newcastle, clube de futebol inglês.
A intenção do grupo é construir um legado no Brasil. Para isso, mais 150 voluntários, da Inglaterra, e de outros países, vão chegar em junho. Eles não vem dar aulas, mas vão participar de um grande mutirão durante a Copa do Mundo.
Em um mês, vão demolir e reconstruir as sedes de três escolinhas de futebol da periferia de Curitiba. Nesta, até o prédio histórico vai ser reformado.
Brasileiro ajudou na arrecadação de R$ 5 milhões para obras
Pedro que gostou da ideia e decidiu ser voluntário no Brasil, ajudou na arrecadação de R$ 5 milhões para as obras. “Então é o fenômemo do futebol que diminui as fronteiras e aproxima essas pessoas que têm interesse no desenvolvimento social da comunidade”, diz Pedro Guerreiro, voluntário.
Kevin Clark, o diretor da ONG, conta que os voluntários querem sentir de perto o clima da Copa do Mundo e deixar uma boa lembrança aqui. E ensinar inglês, ou construir vestiários, não custa nada para eles - e vai valer muito para as crianças.
Eles também vão dar aulas de futebol nas escolinhas! Embora os alunos queiram trocar de
lugar nesta hora!
“Eles ensinam a gente inglês e a gente ensina eles a jogar futebol”, diz um aluno
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